Nova Plataforma, Novo Endereço
A Roda de Chima não existe mais. Depois de alguns dias testando e programando, agora temos o Blog do Felipão num novo endereço (http://www.falafelipao.com). Agora, você decide:
Escanteios e Tática
No meu início de carreira como cartola no MZ, as descobertas de diferentes aspectos do game eram mais freqüentes. Com o tempo (3 anos!), elas já são bem menores, e normalmente relacionadas à aleatoriedade do simulador ou às implementações de novidades da parte da Crew.
Desde meus primeiros meses no game, tinha como objetivo compartilhar e difundir novidades descobertas, ou ajudar usuários entender o funcionamento das diferentes partes do game. Isso não mudou hoje. Porém como já disse, as descobertas são menores, e a quantidade de pessoas que sabem as coisas básicas é muito maior do que no fim do ano de 2003 quando ainda escrevia artigos na TZ para novatos.
Algumas semanas atrás, meu amigo Fernando (choveunahorta) enviou-me um comentário por e-mail, mencionando o fato que na hora do escanteio, o posicionamento dos meus jogadores (tanto da defesa como para o contra-ataque) não estava sendo o ideal. Eu sabia disso e já tinha tentado descobrir como mudar o posicionamento deles para os escanteios, porém sem sucesso.
Com a ajuda do dirigente choveunahorta, finalmente aprendi a manipular o posicionamento dos jogadores na hora do escanteio. E com a permissão do Fernando, quero ensinar à vocês como fazer o mesmo.

Nesta primeira imagem, o escanteio é para o adversário. Meu jogador mais avançado é meu matador Atilano Mel (camisa 7). No passado, tinha jogadores aleatórios nesta posição, e em muitas possibilidades de contra-ataque dava raiva de ver meu zagueiro receber a bola para então passar a pelota para trás, ao invés de partir para o gol. Graças ao Fernando, estes dias no Bardo são história.

Nesta imagem, o escanteio é meu. Como vocês podem ver, meus últimos homens são o camisa 10 e o camisa 3 (meia defensivo e zagueiro, ambos velozes com 8 e 9 de desarme). Enquanto que o posicionamento destes jogadores não é tão crítico, comparado com o caso anterior, mesmo assim seria um desperdício ter um atacante recuado nesta posição no meio campo.
Então, qual é o segredo?
Infelizmente, o posicionamento de 9 dos 11 jogadores é aleatória na hora do escanteio. Apenas o jogador que chuta o escanteio e o goleiro são jogadores que temos controle total para seu posicionamento. Porém, desde que não tiramos algum jogador titular da tática, o posicionamento do time em campo será consistente.
Para mudar quem fica avançado para o contra-ataque, ou o jogador recuado para a defesa, é necessário brincar com a tática, salvando as modificações até que o posicionamento aleatório dos jogadores na hora do escanteio nos agrada. Vou dar uma instrução detalhada para garantir a compreensão da idéia.
- Observe qual jogador fica na frente na hora do escanteio do adversário. Se este jogador não é seu atacante, siga os passos abaixo. Se for seu atacante, vá à janela e grite: “meu time é por natureza esperto”.
- Vá à tática do time, e tire este jogador do campo (e banco!).
- Coloque um jogador qualquer em seu lugar.
- Salve a tática.
- Depois de salvar, coloque novamente seu jogador titular em sua posição em campo.
- Salve a tática.
- Espera até acontecer um novo jogo com esta tática salva, ou faça um desafio pago para não ter que esperar mais de duas horas. Neste jogo, o jogador avançado na hora do escanteio deve ser outro. Se este posicionamento te agrada, você pode soltar um grito curto, sem perturbar o vizinho. Caso contrário, repita os passos 2-7.
Este princípio também se aplica ao posicionamento de outros jogadores, como por exemplo os jogadores recuados na hora do nosso time chutar o escanteio. Infelizmente é necessário seguir este processo até acertar o posicionamento aleatório. Mas com persistência é possível posicionar o time do jeito que queremos para os escanteios.
Bom divertimento com o botão “salvar” da tática!
(Comentários são bem-vindos!)
1,2,3 aprendamos português!
Já expliquei aqui o motivo das minhas dificuldades em escrever corretamente o português. Apesar de ter ficado 10 dólares mais pobre, estou curtindo muito este investimento nas minhas habilidades linguísticas.
Hoje, apenas quero agradecer aos amigos e professores pelas contribuições e pelo valioso ensino (ensinamento?) que estou recebendo, de alguns, até dos que não querem ser recompensados e enviaram e-mails.
Fato é que estou aprendendo, e muito. Há vezes que, como no parágrafo acima, eu sinto o cheiro ruim da minha escrita, porém prefiro errar e aprender do que calar-me.
Não é o cachorro que é burro…
…é sempre o dono!
Imagino que, para alguns, esta verdade deve ser difícil de aceitar. Não que os livros sempre tem razão, mas nas minhas leituras, reflexões e observações tenho que concordar com esta afirmação.
Claro que algumas raças são mais difíceis para treinar e menos desejosas para agradar ao seu dono, porém as observações de cientistas e amadores de cachorros confirmam que cachorros gostam de desafios mentais, desde que apropriados à compreensão deles.
Domingo passado, quando um amigo veio à nossa casa para a gente assistir um filme, tive o grande orgulho de mostrar para ele como Starkey já aprendeu a obedecer ao comando “sit”. Vejam vocês mesmo abaixo. E levou apenas uma tarde. O segredo é entender melhor a mente do cachorro. Quero ver até onde eu consigo ser criativo, inteligente e diligente para ensinar ao Starkey cada palavra da minha crescente lista de comandos…
Estádio lotado não ajuda…(T18 R17&R18)
Faltando 4 rodadas para o fim da temporada, a briga pelo título cresce em tensão. Na semana passada, o time mais uma vez jogou mal em casa, mesmo com o estádio praticamente lotado. Sem dúvida o Trica do amigo Sylvio está com muito fôlego nesta reta final, e promete lutar pelo cobiçado troféu do Campeonato Brasileiro MZ.

Está difícil entender o motivo da apatía do Bardo quando joga em casa. Obviamente não dá para vencer sempre, porém isto já tem cara de um padrão repetitivo.

Nesta reta final, os três times que brigam pelo título estão em ótima fase. O provável é que quem errar menos, levará a taça para casa.
A família cresceu
Andei bastante ocupado nos últimos dias. No sábado passado, adquirimos um cachorrinho Maltês, e com isso novas responsabilidades e rotinas surgiram.
Enquanto que os pais do Felipão não estão nada contentes com a demora da encomenda com a dona cegonha, a gente está bastante feliz com a adição à família. Seguem algumas informações sobre nosso amiguinho:
Nome: Starkey
Origem do nome: músico Richard Starkey (conhecido por Ringo Starr)
Espécie: Canis lupus familiaris, ou cachorro ![]()
Raça: Maltês
Idade: 11 semanas (4,5 anos de cachorro)
Peso atual: 1,5 kg
Comida predileta atual: Ração
Atividade predileta: lagartear no nosso quintal
Características peculiares: molha-se todo (rosto e parte do corpo) ao beber água, não precisa de coleira por ser tão leal e seguir o Felipão constantemente, é fofo como um ursinho de pelúcia, pula como um coelhinho, amigável com qualquer pessoa (e animal), alegre e animado como um palhaço e por vezes admiravelmente manso
Maus hábitos: morder e roer tudo que vem na frente do seu nariz
Não preciso dizer que ele é o grande sucesso em todos lugares que aparece, e gera conversas com qualquer estranho na rua.
Um chocolate para você, um para mim
Uma das nossas frustrações como cartolas no MZ são os fatores inexplicáveis. Alguns chamam de fatores ocultos, outros chamam de aleatoridade. Ainda outros dizem que é o fator realista do game que permite resultados inesperados, oferecendo chances aos clubes mais jovens de poder ganhar de um time veterano e superior.
Não sei se a briga já está bem cristalizada, mas parece que meu maior concorrente ao título do Campeonato Brasileiro (CB) é o EC Corinthians Ourinhense do dirigente zeluizdafatec. Depois da última rodada, ele se encontra no primeiro lugar da tabela com um ponto a mais do que o Bardo FC.
Nossos jogos de ida e volta muito me lembraram do Grêmio nos anos 90. Alguém se lembra daqueles jogos com sei lá quantos cartões vermelhos e gols, tanto em Porto Alegre como em São Paulo? (Alguém conhece um site que tem as informações destes jogos, acho que dos anos 1995 e 1996?) Quanta saudade de ver o Felipão na TV comandando o time (qualquer time, para ser sincero).
Seguem abaixo os placares dos meus dois jogos contra o temido atual primeiro colocado do CB. Espero poder tomar este lugar novamente depois do jogo de domingo.


Vida Real Juntos Parte II
Comentei uns dias atrás sobre um tema que estava estudando e me preparando para ensinar. Acho que minha preparação não saiu tão bem como esperava. Mesmo assim, segue um resumo revisado (melhorado) do assunto.
VIDA REAL JUNTOS
Chegamos (Felipão e a esposa do Felipão) nos EUA no dia 31 de Julho de 2001. Nosso objetivo era estudar, aprimorar nossos conhecimentos, nossas habilidades, para então, um dia, voltar ao Brasil e contribuir ao povo e sociedade brasileira.
Nossos primeiros meses aqui nos EUA me ajudaram a entender melhor uma necessidade humana que cada um de nós tem: pertencer a um grupo de pessoas, e ter relacionamentos onde podemos ser autênticos, sem necessáriamente ficar estagnado nisso. A barreira cultural foi uma muralha forte que, por pelo menos 6 meses, nos lançou numa ilha isolada, mesmo com centenas de pessoas ao nosso redor.
Não vou entrar nos detalhes desta experiência porque quero levantar o assunto de forma resumida, desafiando você, leitor, a pensar e explorar.
O ponto chave é este: o ser humano foi criado para viver em comunidade com outros (e com Deus). Somos pessoas melhores quando temos pessoas ao nosso redor que nos amam, nos aceitam, e querem nosso melhor. Somos mais inteligentes e eficientes quando trabalhamos em equipe. E conseguimos alcançar feitos muito maiores quando temos pessoas ao nosso redor que complimentam nossas debilidades.
Quando experimentamos coisas boas ou ruins e não podemos compartilhar com outros, estas experiências diminuem bastante em valor. Ou como você se sentiria se pudesse conhecer o Ronaldinho Gaúcho e passar uma semana com ele, mas nunca pudesse contar isso para alguém depois?
Cada um de nós passa por altos e baixos na vida. A vida é como uma montanha russa. E como numa montanha russa, a “viagem” é bem melhor quando estamos em companhia.
Todos conhecem as famosas palavras de Deus, ditas logo depois de criar o primeiro ser humano: “Não é bom que o homem esteja só”. Enquanto que estas palavras são usadas geralmente nas cerimônias de casamento, o princípio é válido para o ser humano em geral. Ninguém de nós pode escapar desta verdade.
Este princípio é tão importante que Deus deixou muitos ensinamentos na Bíblia para nós sobre viver em comunidade. Um dos maiores exemplos é o grupo de pessoas ao redor de Jesus. Interessante que este grupo atraído por ele, que o seguia e buscava, era na verdade muito, muito diferente de Jesus. Ele tinha muito mais em comum com os líderes religiosos em Jerusalém e em Israel do que com o povo com qual passou a maioria do seu tempo. E justamente por isso que estes líderes religiosos perguntavam para Jesus sobre o motivo dele passar tempo com esta gente cheia de defeitos ou de má reputação (bêbados, prostitutas, corruptos, festeiros,…).
E é neste paradoxo que podemos ver novamente o princípio da comunhão que Deus criou. As pessoas, apesar de serem muito diferentes de Jesus, se sentiam atraídas a ele. Por quê? Porque ele não rejeitava ninguém. Porque ele enxergava o potencial nelas. Porque sendo pessoas cheias de defeitos, com Jesus elas sentiam dignidade, valor, e o desejo de buscar e viver por algo melhor. Jesus facilitou a criação de uma comunidade onde as pessoas podiam aprender, crescer, amadurecer de uma maneira holística (completa), e não só espiritual, ou intelectualmente ou em termos de relacionamentos. Nesta comunidade, cada pessoa tinha a chance de ser quem ela era, e de tornar-se quem elas poderiam ser aos olhos de Deus.
Poderia escrever mais sobre esta maravilha da comunidade ao redor de Jesus, mas acredito que você já conseguiu criar uma imagem em sua mente. Quem sabe você até está tentando imaginar como você se encaixaria no meio desta gente naqueles tempos. Tenho grande certeza de que você e eu nos sentiríamos mais atraídos por Jesus do que pelos líderes religiosos daqueles dias. Mas o engraçado é que, nos dias de hoje, não é muito diferente. Não posso falar por você, mas eu me sinto muito mais atraído pelo Jesus da Biblia do que pelos líderes religiosos das muitas igrejas no Brasil.
É uma pena que o os princípios de Deus, que são muitas vezes tão fáceis de serem reconhecidos, são implementados ou vividos de maneira tão pobre.
O que necessitamos mais do que nunca são comunidades de pessoas que seguem Jesus e os ensinamentos da Biblia, sem a bagagem extra da religiosidade, das segundas intenções e do legalismo (excesso de regras sem fundamento).
O bom é que existem estes grupos. Eles são difíceis de serem encontrados (dica, não podem ser encontradas nos canais de TV). Estas igrejas, comunidades, grupos, ou seja qual for o nome deles são caracterizadas pelo compromisso de amar a Deus e às pessoas incondicionalmente, (tanto as pessoas que são como nós como as que são diferente de nós!). E são nestes grupos que você e eu nos desenvolvemos como pessoas de uma maneira sadia, alcançando nosso potencial como criaturas, e filhos e filhas de Deus.
Não cometa o erro de querer andar de montanha russa sozinho. É perigoso viver sozinho ou apenas com relacionamentos superficiais. Não fomos criados para isto. Este tipo de vida não é para você, nem para mim. Busque encontrar e viver a vida real juntos.
O que nos dizem Johan e Cia.?
Nossa reunião viva-voz por skype nesta terça-feira durou aproximadamente 30 minutos. O objetivo principal foi avaliar e entender a situação do novo sistema de pagamento BPag.
No site MZ, o usuário brasileiro tem várias opções de pagamento, inclusive pelo BPag. O depósito via conta Bradesco é o mais rápido porque o sistema BPag funciona pelo Bradesco. O depósito por boleto é o mais lento. Vamos olhar os passos do processamento do boleto:
- O usuário escolhe a opção do boleto e imprime o mesmo.
- Se o boleto gerado não for usado num depósito, ou se houver um erro na hora da impressão, esta transação será cancelada automaticamente dentro de alguns dias.
- O passo normal seguinte é do usuário levar seu boleto e pagá-lo num banco ou numa agência que aceita pagamentos de boletos bancários.
- O dinheiro depositado vai para uma conta central do MZ Brasil.
- Uma pessoa precisa coletar regularmente os dados dos depósitos dos boletos (via acesso desta conta), e então copiar e colar os dados para então enviá-los para o BPag (boldcron).
- A empresa BPag tem pessoas que então adicionam manualmente estes valores nas contas dos usuários brasileiros.
Ao entender este processo, tanto o Johan como o Sten estavam bastante assustados pelo fato de exigir 2 passos dependentes de seres humanos (passo 5 pelo auxiliar do MZ no Brasil, e passo 6 pela boldcron). Um comentário que surgiu foi: “Estamos em pleno século 21, fazer este trabalho do jeito que está sendo feito não é somente ultrapassado, é também contraproducente.”
Fato é que, se demorar para processar o passo 5, o passo 6 fica pendurado no ar e depois sobrecarregado ao receber os dados. De fato, isto aconteceu na primeira semana de Setembro, quando ainda não existía acesso à conta bancária por internet para passar os dados para o passo 6.
Dona Crewsa não estava contente com isto, mas aparentemente a BPag está trabalhando na implementação de um sistema automatizado (puxa, tá na hora né!).
Fato é que o MZ no Brasil já utilizou 2 tipos de sistemas de pagamento, e este é o terceiro. Nenhum atendeu satisfatoriamente a todas as necessidades do usuário brasileiro e da Crew. Na visita ao Brasil, o presidente e vice do MZ irão avaliar uma 4a opção. Esta talvez poderia centralizar todo processamento de finanças em termos de América do Sul.
Sobre o funcionamento do MZ no Brasil, ficou claro que surgiu, nos últimos meses, um mal entendido. O parceiro do MZ brasileiro, apesar de registrar a empresa (CNPJ) no Brasil, não é uma entidade própria, e sim, apenas um braço auxiliar. A empresa existe apenas para cumprir com as leis brasileiras, permitindo o movimento de dinheiro, parcerias mais fáceis com empresas nacionais, e outras coisas. Os comandantes do MZ foram, são e continuarão sendo os desenvolvedores suecos do game. É desta maneira que funciona em todos países (com pequenas adaptações em pouquíssimos países, como na China). E os assistentes brasileiros prestam contas à Crew, e não ao braço auxiliar brasileiro. Apesar de que nos últimos meses o corpo de assistentes começou a funcionar debaixo deste mal entendido, esperamos que agora tudo tenha ficado esclarecido.
Para não envolver desnecessariamente o braço auxiliar brasileiro da Crew, e para deixar mais claro que quem está no comando é o Johan e Cia., esta nova pessoa ajudando no Brasil trabalhará mais afastada dos assistentes, e apenas entrará no quadro para auxiliar numa situação nacional que a Crew ou os GAs não saibam o que fazer.
Com isto, a Crew também deseja que este auxiliar dê mais atenção para a área de marketing e parcerias nacionais. Pessoalmente acredito que, por ser uma pessoa ligada à departamentos de marketing de emissoras de TV, estamos ganhando uma grande rede de contatos e novas possibilidades para o game no Brasil.
Na última semana de Setembro e no início de Outubro, os dois chefões do MZ estarão visitando vários países sulamericanos. Nesta viagem, também terão a oportunidade de verificar os processos do sistema brasileiro para buscar melhorias e solidificar o que funciona bem. Haverá também uma reunião interessante com a empresa do nosso amigo e dirigente do Choveu na Horta, para explorar as possibilidades de finalmente entrar no mercado nacional de celulares.
Uma nota final. O MZ sempre foi e sempre será “user-driven”, ou seja, os usuários tem um forte dizer e uma grande influência sobre o rumo do game. E sugestões para melhorias, tanto de funções no game como de funcionamento no Brasil, sempre serão bem-vindas pelos chefões. Obviamente o usuário precisa seguir os canais de comunicação do game para apresentar estas idéias ou sugestões. Não tem como a Crew atender todos usuários diretamente.
Reunião com a dona Crewsa
Como mencionei, meu trabalho temporário de voluntário com o no MZ era para terminar hoje. Aparentemente, terminará amanhã numa reunião final com o presidente Johan Christenson, o vice-presidente Sten Koritz, e o a nova auxiliar da Crew no Brasil na área de marketing, Ana Paula.
Nesta conferência por telefone, os suecos querem conversar sobre o passado e futuro do MZ. Apesar de que tenho muito tempo e experiência com o site e a comunidade, convidei aos GAs (e MA) para contribuir nesta oportunidade rara. Abro este espaço para você comentar e expressar qualquer idéia sobre o MZ atual, ou para o futuro do MZ. Sinta-se livre para convidar seus amigos a contribuir aqui também.
Parte das minhas perguntas aos assistentes de jogo foram as seguintes, mas fique à vontade para escrever resumidamente suas idéias dentro ou fora das perguntas abaixo.
1) De todas as coisas que você sempre escuta no suporte e dentro do game, qual seria sua lista TOP 5 de coisas que precisam ser melhoradas no game MZ?
2) Qual é a coisa (singular) mais frustrante no game?
3) Onde você acha que o game e seus desenvolvedores estão fazendo um bom trabalho, e devem continuar caminhando nesta direção?
4) Se não houvesse limites, qual seria seu sonho para o futuro do MZ?
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